Details, Fiction and frases de motivacao

Mesmo que a apreensão de todo o conteúdo curricular pelo aluno com deficiência intelectual seja significativamente limitada, há a possibilidade de um efetivo desenvolvimento de suas potencialidades, tal como propõe a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº nine.394, de 1996) em relação aos objetivos educacionais centrados nos processos formativos e no vínculo com o mundo do trabalho e com a prática social.

Por se tratar de um campo considerado distintivo, costuma-se supor o uso de procedimentos didáticos ditos especiais, o que de certa forma se deve a uma necessidade de caracterizá-los também pela diferença. A ideia de procedimentos didáticos especiais torna complexa a prática pedagógica junto ao aluno com deficiência, sendo que aí estão envolvidos os mesmos processos de aprendizagem - porém, em ritmo e grau inferiores. A inclusão escolar, nesse sentido, tem carecido mais de uma abordagem técnica do que de uma perspectiva reflexiva.

• que utilize estratégias para o aperfeiçoamento da capacidade expressiva oral, do repertório verbal e da organização do pensamento, por meio de apresentação de relatos subjetivos, contação de histórias, apresentação de perguntas durante a aula, descrição de imagens, uso de linguagem variadas etcetera.;

O presente trabalho não teve a pretensão de estabelecer um modelo de intervenção ou critérios para o ensino escolar do aluno com deficiência intelectual. O objetivo foi apenas apontar possibilidades de ação em relação ao quadro geral e comum da deficiência intelectual, além de destacar a importância de estudos que evidenciem dados pormenorizados sobre as características peculiares na deficiência intelectual e recursos técnicos para o ensino escolar efetivo e o bem-estar geral do indivíduo.

Desse modo, é possível gerar condições para que o aluno acerte mais do que erre, receba mais reforço imediato e feed-back. Assim, promove-se a motivação, a autoconfiança e o aumento de comportamentos almejados pelos objetivos escolares;

A princípio, o professor que atuará junto ao aluno com deficiência intelectual não precisará saber tudo sobre a deficiência, não sendo exigida uma habilidade técnica além de sua formação pedagógica.

A educação escolar tem por fundamento atender a todos, mesmo quando há necessidade de adaptar a estrutura escolar e as práticas de ensino a cada click here criança, uma vez que as diferenças humanas são naturais. Seguindo esse princípio, num processo histórico surgiu a educação inclusiva, com o objetivo central de fortalecer, nas instituições escolares, equipes de trabalho que se preocupem em atuar eficazmente perante uma variada gama de situações envolvendo alunos com necessidades educacionais especiais (singulares), de modo que eles, em sua singularidade, tenham a possibilidade de desenvolver tanto suas capacidades cognitivas quanto as sociais.

As a result, This is a fact that the didactics of the instructing of pupils with mental handicap has to be precise, not merely with respect to the peculiarities of the handicap problem, but additionally in respect for the individuality of every matter. At any rate, regardless of whether mental handicap might not allow its finish reversal, because it is made up inside a deficient neurological progress, school development remains doable.

Não tenho compromisso com a derrota e nem coma vitória, vou seguindo meu pensamento, posso até levar uns tombos, mas isso faz parte do sucesso!

• que reconheça interesses que o aluno já possui, a fim de favorecer a valorização, a motivação e o vínculo com o professor, o qual está partilhando de aspectos pessoais do aluno;

Uma limitação, seja ela estrutural ou funcional, não elimina a possibilidade de aprendizagens e de adaptações ao meio. Como aponta Banaco (1997), as potencialidades humanas não podem ser tomadas como cristalizadas (ou fixas), uma vez considerado o poder da influência externa na determinação do comportamento. Em face da possibilidade da aquisição de competências, torna-se importante a elaboração de definições claras referentes aos quadros específicos das dificuldades, para que estratégias de ação especializadas potencializem a aprendizagem.

A educação inclusiva assumiu fortemente essa responsabilidade de abarcar métodos e reflexões que possam garantir a todo e qualquer aluno o direito à educação formal (escolar). Com o aluno que possui deficiência intelectual não é diferente, mesmo que as características próprias desse quadro impeçam a aquisição suficiente dos conteúdos propostos pelos programas curriculares.

Castro, Almeida e Ferreira (2010) destacam que, nas aulas e atividades improvisadas, os alunos com deficiência intelectual tendem a ficar alheios às explicações, a causar maior agitação e a demonstrar maiores reações emocionais, colocando também o professor em estado de tensão e angústia;

• que articule informações fornecidas pelos familiares para, por exemplo, utilizá-las a fim de exemplificar conteúdos curriculares e promover o reconhecimento (valorização) e a motivação;

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